Cris escreve todas as sextas-feiras.
O importante é o que a gente sente....

Arrumando a gaveta com as coisas de praia, no último final de semana, achei um daqueles espelhinhos para levar na bolsa e dar uma retocada no protetor. Lembro de quando o comprei, já há alguns anos. Aliás, comprei por causa da frase que vem escrita na frente: “o importante é o que a gente sente…”

Estava vivendo um ano tumultuado, era novembro e eu precisava me conectar mais comigo. Ou seja, seria muito bom que algo me lembrasse disso e o espelhinho de bolsa seria usado bastante naquele momento.

Pode parecer engraçado ou até clichê, mas o fato é que usamos as armas que temos. E posso afirmar aqui, que foi crucial. É aquela velha história, quando repetimos determinada coisa diversas vezes, ela acaba virando uma verdade interior, um hábito. Se essa repetição se der com algo positivo, como no meu caso, ótimo. Por outro lado, quando repetimos algo negativo, ele também reverte em mudanças, ou melhor, em algemas que nos impedem de alçar voos e ganhar o mundo.

"O importante é o que a gente sente". Simples assim. O importante é deixar o coração falar alto, escutar o que cada batida quer dizer, perceber nossas sensações diante da vida, dos relacionamentos, das amizades, do trabalho.

Pois o que sentimos está ligado a tudo isso, são as nossas escolhas ganhando espaço e voz dentro da gente. É isso que importa. Essa luz que vai nos guiar mundo afora, o sim e o não e principalmente, a liberdade de ser autêntico.

Então, como dizem por ai “hashtag fica a dica”: Coloque em primeiro lugar o que te faz vibrar, o que faz teu corpo estremecer, o que te faz sentir realmente vivo! Claro, aqui nesse pacote, o que importa também, é ser positivo e otimista, mesmo diante das incertezas da vida.