Fernanda Rosito escreve nas segundas-feiras.
WhatsApp: uma relação de amor e ódio

Que a tecnologia está cada vez mais presente na vida das pessoas, todo mundo já sabe. Agora, que ela invade cada vez mais a nossa privacidade, nem todo mundo pensa nisso...

E não falo pelas postagens a cada cinco minutos no Facebook, Instagram ou qualquer outra rede social. Mas daquele ‘plim’ a cada mensagem enviada pelo WhatsApp. E é sobre isso que dedico esse texto.

Em especial àquelas pessoas insistentes e até inconvenientes que acreditam fielmente que tu estás com o celular pendurado no pescoço.

Acontece assim: a pessoa te envia uma mensagem. Passou 10 minutos, tu não responde. Daí ela te liga. Tu não atende. Não satisfeita, ela manda nova mensagem falando que precisa falar contigo. Cara, se ninguém morreu, espera. Nesse intervalo talvez eu estivesse no banheiro. Afinal, todos nós temos necessidades básicas como comer, fazer xixi, cocô, dormir e, pelo incrível que pareça, DESCANSAR!

Fico a cogitar a hipótese de excluir do meu celular o WhatsApp. Mas me corta o coração, pois não terei outra ferramenta para compartilhar assuntos RELAMENTE importantes, fotinhos com o marido, pentelhices com os irmãos e aquele almocinho com as amigas.

Não é mais fácil um bom senso das pessoas? Não é mais fácil que os outros entendam que ao tu veres a mensagem tu vais responder? Ou, então, no momento oportuno PRA TI, o retorno será dado?

Poderia dar centenas de exemplos absurdos que já aconteceram – e que ainda irão acontecer – sobre esse queridinho aplicativo de mensagens instantâneas. Por isso, vivo essa relação de amor e ódio. Na verdade, o que eu odeio é a impaciência (e etc) alheia.

Mas tomei uma decisão: em breve, terei um chip de celular APENAS para assuntos corporativos. Ah, e em horário comercial, ok?

Aviso o número em breve! 

Coisa linda!

Um beijo,
Fernanda